Confira os riscos e desafios sociais que a IA generativa traz, como o reforço de estereótipos e a discriminação digital, e veja maneiras de usá-la de forma justa e inclusiva

 

São muitas as mudanças que a inteligência artificial tem trazido no mundo e, mais especificamente, no mercado de trabalho. Há uma mudança de paradigma, com o uso da IA nas empresas e a possibilidade de personalização em grande escala, o surgimento de novas profissões, o aumento da produtividade com a automatização de tarefas rotineiras e a redução de custos. 

Mas essas mudanças trazem benefícios, riscos e desafios sociais. Se, por um lado, a IA permite ferramentas que adaptam a interface para pessoas com deficiência, trazendo mais acessibilidade, por exemplo, ela também pode reforçar estereótipos, gerar discriminação econômica e desigualdade de acessos.

É sobre essas questões que Amanda Silva, engenheria de software no iFood e coordenadora pedagógica na PretaLab, trata neste vídeo. Além de refletir sobre os riscos do aprofundamento das desigualdades sociais, com foco nos vieses algorítmicos e no racismo digital, ela aponta maneiras pelas quais podemos construir uma IA mais ética e inclusiva, colocando a diversidade como um elemento central — não só de solução, mas também como motor de inovação responsável e sustentável.

“Não basta a gente aceitar o que a IA entrega. A gente precisa verificar e contextualizar”, diz Amanda Silva.

Confira a seguir:

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CRÉDITOS

Autora

De Guarulhos (SP), Amanda Silva é mãe da Lívia e da Pandora. Formada em Gestão de TI e Análise e Desenvolvimento de Sistemas, tem MBA em Gestão de Projetos com metodologias ágeis e atua como engenheira de software front-end. Também é professora e coordenadora técnica na Pretalab. Para fazê-la feliz, só oferecer um chocolate ou convidá-la para um showzinho ou rolê cultural.

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Revisora

Stephanie Kim Abe é jornalista, formada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Trabalha no terceiro setor, cobrindo Educação ou apoiando a comunicação de organizações da sociedade civil. Esteve nos primórdios da Programaria, mas testou as águas da programação e achou que não eram a sua praia. Atualmente, faz parte da equipe de Comunicação da Open Knowledge Brasil.

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Este conteúdo faz parte da PrograMaria Sprint IA Generativa.