Hello, world!

 

 

Por que faltam mulheres no campo da tecnologia?

E o que queremos fazer para mudar isso

 

 

Você já parou para pensar por que existem tão poucas mulheres programadoras, engenheiras ou cientistas?

De acordo com o Code.org, empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400.000 vagas sejam preenchidas.

E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área [veja abaixo gráfico de um estudo feito em 157 países]. Apesar de serem maioria na população e no Ensino Superior, o Censo IBGE 2010 mostrou que as mulheres brasileiras representam apenas 22% das turmas de Ciências da Computação e, é claro, a falta de representatividade na educação continua no mercado de trabalho.

Disparidade de gênero no mercado da computação

Gráfico que mostra disparidade de gênero no campo da tecnologiaFonte: Stack Overflow Developer Survey/2015

 

Isso não acontece por que as mulheres são menos capazes do que os homens ou porque não se interessam pelo tema. Na verdade, a maioria das mulheres não programa porque nunca sequer passou pela cabeça delas que elas poderiam tentar.

Na escola, 74% das meninas demonstram interesse nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, mas quando chega a hora de escolher uma graduação, apenas 0,4% dessas meninas escolhem Ciência da Computação.

Para uma menina, o desafio de aprender a programar se inicia antes mesmo de tentar. Falta divulgação de exemplos que a inspirem e sobram estereótipos que reforçam a ideia de que a tecnologia é um campo exclusivo para homens.
A imagem de um programador é sempre masculina, branca e com ares de gênio. E é muito difícil se imaginar fazendo algo quando ninguém como você está fazendo.

E, além desta dificuldade inicial, as poucas mulheres que vencem as primeiras barreiras frequentemente desistem em algum momento da carreira. Os motivos são vários, mas todos relacionados ao ambiente hostil e machista, permeados de comentários preconceituosos como: “Melhor não explicar, pois você não entenderia” ou “Por que você não para de mexer no seu cabelo? Isso nos distrai!”.

É um dilema Tostines: Não há mulheres por que o ambiente é hostil ou o ambiente é hostil por que não há mulheres?

 

“O padrão contínuo de todas essas pessoas me tratando como se eu não soubesse o que estava acontecendo, ou me excluindo de conversas e não confiando em minhas afirmações, todas essas coisas somadas me mostraram que havia uma corrente de sexismo.”

(Tracy Chou, engenheira no Pinterest)

O que é a PrograMaria?

Tudo começou com a ideia de formar um grupo para aprender a programar — todas nós, designers e jornalistas, tínhamos interesse em aprender, algumas já haviam até tentado, mas sentíamos falta de apoio e encorajamento. Logo percebemosque as dificuldades que tivemos pelo caminho não são apenas nossas, mas de muitas outras meninas e mulheres. Nós consumimos tecnologia, mas não estamos participando da produção dela. Por quê?

 

1-I_inJVHSXPPe7T8Dg7smjAObrigada ao Garoa Hacker Clube, à Wefit Tecnologia Estratégica e ao coletivo oitentaedois pelas portas abertas! 🙂

 

 

Por que o mundo da programação parece estar tão distante de nós, mulheres?

Depois de muita discussão e reflexão sobre nossa trajetória, identificamos padrões diferentes de problemas que as mulheres costumam enfrentar na relação com a programação:

 

1-UrPCjJXSHufaXj2GGTxVKQ“Não sei por onde começar”, “Não é pra mim”, “Não confio que sou capaz de fazer sozinha”, entre outras dificuldades.

 

E o que vamos fazer?

De toda essa inquietação nasceu a PrograMaria, um meta-site sobre mulheres e tecnologia. A PrograMaria é um convite para refletir, se inspirar e aprender. Nossos objetivos são:

  • Contribuir para que mais meninas e mulheres sintam-se motivadas e confiantes a explorar os campos da tecnologia, da programação e do empreendedorismo;
  • Incentivar o debate sobre a falta de mulheres nesses campos;
  • Promover oportunidades e ferramentas para que elas deem os primeiros passos na aprendizagem da programação.

Faremos isso com entrevistas, reportagens, tutoriais, infográficos e outros conteúdos que inspirem todas e todos a reverter esse quadro tão negativo. E, num futuro próximo, iremos promover encontros, oficinas e outros eventos para fazer com que pessoas com mesmo interesse se conheçam, troquem experiências e criem! *

Mais do que ajudar a aprender as ferramentas necessárias, a PrograMaria quer empoderar meninas e mulheres, mostrando que elas são capazes de realizar suas próprias ideias.

Vem com a gente! 🙂

 


*A PrograMaria está procurando colaboradores. Se o tema te interessa e você quer colaborar de alguma forma, mande um oi pra gente: helloworld@programaria.org

37 comentários

  • Olá meninas!

    Eu não entendi muito bem o que vocês querem dizer com “colaboradores”, eu não tenho disponibilidade de tempo integral, porém adoraria participar desse universo da Programaria e aprender sobre estes mistérios (qualquer coisa, eu não sei nada).

    Sou arquiteta e gosto de lidar com pessoas, não sei quais as necessidades de auxílio que vocês têm hoje.

    Enfim, estou à disposição!

    Abraço!

  • Gente eu to apaixonada pelo progra{m}aria, eu quero ajudar.

    Eu posso desenvolver campanhas, tentar levantar verba federal pra isso, auxiliando na estruturação de propagação desta ideia e de projetos…

    Me entrevistem… se vcs gostarem de mim eu to dentro… quero uma camiseta progra{m}aria… caramba que coisa genial vocês fizeram…

    Abraços!!!

  • Bom dia,
    Vocês têm interesse em dar um curso de introdução à programação para crianças e jovens na zona leste de São Paulo?
    Seria algo bem básico e podem ser utilizados também métodos não convencionais (como o site/soft Scratch, bloquinhos de madeira, fluxogramas desenvolvidos em papel, etc) para despertar o interesse desse público.

    Se tiverem algo nesse sentido e interesse em desenvolver projetos nesse sentido favor entrar em contato comigo.

    E parabéns pela iniciativa.
    Daniel

  • Olá, meninas. Lindo esse projeto e eu super queria fazer parte dele.
    O que são os colaboradores? Gostaria de saber como tudo vai funcionar. =]
    Obrigada!
    Beijos.

    • Oi, Edi! Tudo bem? Que legal te ver por aqui também! No momento, estamos procurando colaboradoras voluntárias para produzir conteúdo para o site: seja escrevendo, ilustrando ou revisando os textos técnicos. Se você gostaria de fazer alguma dessas coisas, envie um email para helloworld@programaria.org!
      Um beijo,
      Iana.

  • Olá Marias 🙂
    Sou estudante da área de engenharia e tem sido muito difícil pra mim aprender a programar e isso é uma necessidade. Gostaria de colaborar com vocês mas como a Fernanda também não possuo tempo integral.
    Espero seu contato 🙂

  • Oi meninas!
    Eu to me formando proximo semestre em engenharia de software, já trabalho com desenvolvimento, sempre quis contribuir em algo pra trazer mulheres pra área então se precisarem de ajuda podem contar comigo!
    Ah, e bela iniciativa!

    Abraços!

  • Achei demais essa iniciativa, parabéns! Eu mesma estou disposta e já combinei com um rapaz ótimo aqui perto de casa para ser afabetizada em programação, porque estou cansada da exploração capitalista em cima da gente e quero me libertar. Experimentei uma vez o Linux, mas me senti muito desmotivada porque toda vez que dava um problema eu não sabia resolver. Então tive essa idéia de me familiarizar minimamente com a linguagem de programação, comprar um laptop hiper simples, instalar o linux e tentar novamente, agora me armando de conhecimento em programação a fim de resolver os problemas que surgirem e voar livremente. Sou artista e felizmente já há muitos programas GNU para fazer o que preciso, GIMP, KRITA, SCRIBUS.Sei que isso ainda é limitado frente à proposta desse projeto, Programaria,mas já é um começo no mesmo sentido. Adiante, por volta de abril de 2016,espero já ter cumprido minha meta e então estarei bem mais disponível e confortável para contribuir com o PrograMaria. Contem comigo!Abraço, Ana Beatriz

    • Ana Beatriz, muito obrigada pela sua mensagem!
      Seus planos não são nada limitados! Aliás, registrar essa trajetória poderia ser uma baita inspiração para quem também quer aprender mais desse mundo! 😉
      Um beijo,
      Iana

  • Eu programo desde os 14 anos (hoje tenho 20) quando comecei meu curso técnico em informática. Tinham 9 mulheres “contra” 31 homens na sala e ouvíamos constantemente piadinhas sobre estarmos indo mal nas matérias por sermos mulheres e as vezes até mesmo professores insinuavam isso. Hoje na faculdade de engenharia eletrônica ajudo muita gente com isso e fui uma das melhores alunas da turma de algoritmos e programação. Se com meu pouco tempo e quase nada de experiência eu puder ajudar, com certeza irei.

  • Olá, gostaria de participar do projeto de vocês. Como eu faço? Sou estudante de análise de sistemas e como microempreendedora estudo muito sobre
    e-commerce (Loja virtual), B2B, B2C e empreendedorismo. Quero muito aprender a programar software e dispositivos móveis. Acredito que o segredo do sucesso é dividir para multiplicar, ou seja, vamos compartilhar conhecimento para crescer juntas.
    Enfrentei muitas barreiras quando decidi voltar a estudar e ainda mais por escolher a área de tecnologia (Inclusive o término de um relacionamento de 10 anos), mas valeu a pena e não me arrependo, pois agora me sinto útil e aprendo coisas novas todos os dias. Esse novo “Universo” da T.I ainda não foi desbravado rss, por isso encaro tudo como um desafio onde tenho que me superar constantemente até atingir meu objetivo. E meu objetivo não é apenas me formar, é encorajar outras mulheres a creditarem que são capazes e que não exite limites. Um dia eu ouvi de uma “parente” a seguinte frase: “Mulher não precisa ficar correndo atras de faculdade, você ganhou um apto do seu Marido vc tem que ficar em casa pra cuidar dele”. Essa foi uma das frases mais machista que eu já ouvi da boca de uma mulher. Bom, obviamente eu não ganhei apto nenhum até pq o relacionamento acabou e o Bem não estava no meu nome, mas emfim, mesmo se eu tivesse ganhado isso não seria um bom motivo para eu anular os meus sonhos não é mesmo?! Por isso hoje vivo feliz, tenho um novo namorado que me apoia e sigo por ai tentando aprender mais sobre tecnologia a cada dia.
    Caso algum desses assuntos interessem a vocês fico à disposição.
    Abraços!

  • amei a ideia, faç engenharia geologica e venho observando a necessidade de se compreender melhor de programação e tecnologia, o futuro da minha profissão eta ligado a esse avanço, tenho muita vontade de me aprofundar no assunto mas pelos mesmos motivos apontados no texto continuo patinando sobre o mesmo lugar e nunca avanço muito. Gostaria de participar de alguma forma do projeto quero mais informações de como.

  • Parabéns pela iniciativa! Eu sou mais uma das que se sente reprimida nessa área. Não sei como ajudar, mas ficaria feliz em contribuir e aprender!
    Sou artista plástica,educadora e prof de yoga e espanhol.
    Beijo

  • Muito legal a iniciativa de vocês! Ajudei minha esposa a entrar no mercado de trabalho de informática e hoje temos cada vez mais candidatas se aplicando em vagas de desenvolvimento. Plano em nossa empresa é sempre dar chance para todos e contratarmos com diversidade. Continuem o bom trabalho!

  • Olá, essa iniciativa é de fato encorajadora para as mulheres e meninas, inclusive para mim que recentemente descobri meu interesse por essa área da tecnologia, tanto que irei participar do Technovation 2016. O PrograMaria com certeza será mais um me incentivando a seguir esse caminho e quem sabe adotar como profissão futuramente. Gostaria muito de ajudar o incrível trabalho de vocês a se expandir para que todas mulheres possam desfrutar de conhecimentos nesse ramo e mudar a realidade da ausência das mesmas na tecnologia. Porém sou muito nova e gostaria de saber se isso seria um problema? Quero me voluntariar de todas as formas possíveis e que estiverem ao meu alcance, principalmente do que se trata de escritura. Amo escrever e quero também ser escritora, leio diversos livros e acredito que eu possa ajudar nesta parte. Obrigado e parabéns!

  • Olá,
    Sou Sheila, profissional do Recrutamento da Accenture.
    Estava visualizando o site de vocês e achei espetacular a iniciativa.
    Estamos com projeto para aumentar o número de contratações de mulheres em nossa empresa e gostaria de saber se podemos divulgar as vagas, participar de debates, ministrar treinamentos, eventos, entre outras atividades.
    Aguardamos contato.
    Grande abraço.

    • Olá, Sheila! Tudo bem?
      Obrigada pelo seu contato! Toda colaboração é bem-vinda!
      Vamos enviar um email para você para combinarmos como isso pode ocorrer!
      Um abraço,
      Iana

  • Olá,

    Primeiramente gostaria de cumprimentar o trabalho e a iniciativa de vocês! Trabalho há 7 anos na área de desenvolvimento de software e é gritante a diferença de espaço dado entre homens e mulheres na área de tecnologia. São iniciativas como essa que possibilitam e empoderam pessoas a irem atrás dos seus objetivos e sonhos.

    Gostaria de compartilhar duas idéias bem objetivas para quem está iniciando na área, que me foram de muito valor e acredito que possa auxiliar:

    – De início fiquei bastante maravilhado e também preocupado com a quantidade de informações e conhecimento necessários para me tornar um programador competente (o que é meu objetivo pela vida toda rs). Mas um bom fundamento é sempre entender lógica de programação, e recomendo o livro do Wikibooks (https://pt.wikibooks.org/wiki/Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_programa%C3%A7%C3%A3o). É gratuito, completo e objetivo.

    – Tendo contato com lógica de programação, é preciso exercitar essa lógica com uma linguagem. Atualmente eu faço mentoring de estagiários e profissionais júnior e recomendo sempre a linguagem Python (https://www.python.org/). Existem diversos manuais e guias na internet cobrindo sua fudamentação,e por ser uma linguagem mais alto nível é possível escrever programas complexos e interessantes (como por exemplo buscadores automatizados) com poucas linhas de código.

    Fico à disposição para auxiliar no projeto de vocês e que todo o aprendizado nessa área seja tão divertido e apaixonante como é para mim 🙂

    Abs

  • Queeeee projeto LINDO, meu deus!
    Eu estou doiiiiidaaa pra aprender a programar. Tenho visto aulas onlines, mas, falta trocas com pessoas ao meu redor.
    Putz, estou muito feliz ao saber deste projeto. Estava passando pelo Facebook e vi o link para uma pesquisa de TCC. \o/

    P A R A B Ê N S!
    Deveriam depois disponibilizar uma proposta de curso online. (Eu sei, deve ser muiiiitaaa demanda..mas, fica pra sonhos futuros)
    Moro em João Pessoa, e por isso, fica inviável me deslocar pra SP. De toda forma, espero que as pessoas possam aproveitar, e acima de tudo, realizar uma megaaa troca.

    Beijos, meninas!

    s2

    • Obrigada pela sua mensagem, Kiune! Ficamos muito felizes em saber que gostou! =) Vamos pensar em algo online, sim! Um beijo da Iana!

  • Iana, por ter uma filha de 19 anos que volta e meia me pergunta pq não desenvolvo um aplicativo “assim e assado” – quando na verdade gostaria de ver ela mesma desenvolvendo, vim dar uma espiadinha no conteúdo do seu site, e logo de cara li uma frase assim “A imagem de um programador é sempre masculina, branca e com ares de gênio” – Fiquei em dúvida se continuava. Saí do looping da dúvida graças ao mural de cartões que Vcs postaram, muito didádito e pré-analítico – daria um bom software. Então cheguei aos comentários, com dois erros de lógica pendentes gritando em javascript:alert(“Mas isto é óbvio !”) na minha cabeça;

    1) O ambiente de programação não é hostil as mulheres, e sim aos cérebros humanos. O computador, mesmo dotado de mais memória e mais rapidez que nosso cérebro (homens e mulheres), ele é burro, porém exigente. isto significa que nosso nível de concentração deve estar no mais alto patamar quando iniciamos a depuração de um código que foi “rejeitado” por “ele”. Acredito que nesta área Vcs meninas irão se sobressair, pois “pescar” 1 único detalhe em centenas (as vezes milhares) de linhas de programação que está causando aquele erro, é coisa para quem tem paciência e não força bruta.
    2) Um dos primeiros portais que fez sucesso no Brasil, ainda nos anos 90, foi o http://www.banheirofeminino.com.br, comandado por 1 Mulher, e mais 3 ou 4 meninas na equipe. Tiravam sarro de Homens, classificando-os em variações de produto de consumo. Duraram muitos anos no mercado, o que corrobora a tese de que não há espaço para empreendedorAs. Aliás, Ada Lovelace seria a prova viva, hoje com 197 anos, se já tivéssemos resolvido o bug do envelhecimento…

    É óbvio que Meninas e Mulheres podem programar tão bem como Homens e Meninos. Também acredito até que Vcs sejam mais éticas em relação a propriedades intelectuais. Quanto à criatividade, é 50% de chances para cada gênero. Se Vocês desejarem conhecer o Método da Rápida Vantagem Baseado em Internet e Software Off-line, o convite para transferência de conhecimento e parcerias profissionais está feito. Sou Programador Autodidata, desde 1980 em Basic, dBase, Clipper, HTML e Javascript. “Não existe código impossível de ser criado; talvez ainda não tenha sido bem pensado.”

    Abração,
    Fabio José

  • Como meu dia ficou m,ais legal depois de encontrar vcs!!!

    Trabalho no Estado, em MG, e vamos dar cursos gratuitos de Tecnologia (Design, Programação e Marketing Digital) para jovens de escolas públicas, via PRONATEC. Eu confesso que Programação para mim era um curso para homens, nerds, com paciência para ficarem horas no computador… MAS DEPOIS DE VOCÊS, TUDO MUDOU!

    Vou me insipirar aqui para levar essa mensagem às jovens e trazer mulheres para a tecnologia, porque, claro, nós podemos fazer tudo aquilo que quisermos, com dedição e esforço!

    PARABÉNS!

    • Karolisnka, sua mensagem deixou nosso dia mais legal! Obrigada pelo carinho! E vamos juntas trazer mais mulheres para a tecnologia! =) Um beijo, Iana

  • Meninas,

    Eu nunca tinha lido essa página, confesso que ajudou muito refletir em vários pontos.
    Obrigada XD e continue mudando o mundo

    Bjus

  • Olá!
    Meu nome é Renata e estou interessada em ingressar no mundo da programação e tecnologia.
    Observei que a uns dois meses vocês promoveram um curso presencial para iniciantes no mundo da programação em São Paulo.Eu tinha grande interesse em participar, mas por morar em Campinas ficou muito difícil.
    Conversei com muitas amigas minhas aqui de Campinas e todas tem o mesmo interesse que o meu.
    Seria possível realizar evento semelhante em Campinas?
    Ofereço meu tempo para ajudá-las a organizar o evento, encontrando lugar e até mesmo patrocinadores para tornar isso possível.
    Por favor, entre em contato!
    Att,
    Renata Bertolo

  • Uau, uma amiga no face curtiu, e eu de curiosa vim olhar a proposta, e achei magnífica.
    E por conviver com pessoas que programam afirmo que SIM o ambiente é agressivo para as mulheres, dos rapazes que conheço, sempre quando aparece alguma funcionária nova, sempre existe um ou outro comentário depreciativo…. É triste isso. E acredito que esse projeto de vcs casa e muito com a busca de igualdade no campo do trabalho, que é confundido demais com “querermos privilégios”.
    Enfim, parabéns meninas.

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