Tecnologias ancestrais amazônidas e acesso à cidadania

As tecnologias ancestrais do povo amazônida desde sempre foram base para manter a floresta em pé. Antes das hashtags em prol da Amazônia, existem indígenas, extrativistas, ribeirinhos e quilombolas, usando e cuidado desses solos e dessas águas de forma sustentável e renovável. Conhecimentos orgânicos de como ticar o peixe, jogar a tarrafa, fazer um chá para cólica, saber se vai ou não chover, tudo isso a ciência academicista e eurocentrada nos rouba e renomea desde a nossa colonização até hoje.
ResistEnem é uma ideia que surgiu de três mulheres, duas amazônidas e duas mulheres pretas e todas de periferia, que sabem a importância e as dificuldades da educação pública brasileira. O ResistEnem é um projeto político-popular que tem por objetivo auxiliar alunes de baixa renda a se prepararem para a prova do ENEM, utilizando o WhatsApp como ferramenta de ensino e aprendizagem.
Outra maneira de entender as tecnologias onde elas nascem e fervem é a Conferência Nacional das Favelas, maior encontro nacional de debates sobre clima, economia, tecnologia e protagonismo periférico diante do novo cenário mundial.

 

 

Negócio de impacto social que empodera mulheres com habilidades em tecnologia e programação. Realiza eventos, oficinas, cursos de formação técnica e outras soluções para empresas promoverem mais diversidade e se conectarem com mais mulheres na tecnologia. Foi reconhecida como a melhor startup de Impacto Social no Startup Awards 2019, acelerada no programa Itaú Mulher Empreendedora, e também residente da Estação Hack, parceria entre Facebook e Artemisia.